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Melhoria

Plataforma mais protegida: limites de utilização e auditoria

Os links partilhados — portal, propostas e convites — passam a ter travões contra abuso, as tentativas bloqueadas ficam registadas na auditoria, e quem excede um limite sabe quanto tempo falta para voltar a trabalhar.

Os links partilhados continuam públicos — agora com travões

O portal do cliente, o link de uma proposta pública e os convites de equipa são públicos de propósito: quem recebe o link abre e trabalha, sem conta nem palavra-passe. Essa conveniência tem um reverso — qualquer pessoa que encontre ou adivinhe um link pode tentar usá-lo à vontade.

A partir de agora, cada ligação a um link partilhado é contada. Ler o portal ou rever uma proposta tem um limite folgado, pensado para quem atualiza a página dezenas de vezes. As ações que decidem coisas — aprovar um orçamento, escolher uma opção, submeter uma avaliação — têm um limite apertado: um cliente real não chega lá ao longo de um dia inteiro; um script automatizado chega ao primeiro.

Abuso fica registado, não invisível

Quando um limite bloqueia um pedido, a tentativa fica registada na auditoria do sistema, com o endereço de origem. Quem gere a conta consegue ver na página de auditoria que houve tentativas em excesso, de onde vieram e quando — sem precisar de pedir logs técnicos a ninguém.

O registo é contido por desenho: cada ligação bloqueada deixa uma marca por janela de tempo, por mais vezes que o mesmo atacante insista. A auditoria não cresce à culpa do abuso.

Escritórios inteiros não são penalizados

Os limites contam por ligação e por link — não por empresa nem por rede. Um escritório onde cinco pessoas abrem o mesmo portal, cada uma à sua maneira, não esbarra em nada. E o trabalho com sessão iniciada — o dia a dia dentro da plataforma — tem uma guarda própria, com limites muito acima do que qualquer equipa faz num dia de trabalho.

O resultado prático: links partilhados continuam a ser tão simples de abrir como sempre foram, e quem tenta explorá-los deixa de ter porta aberta.