Indicadores que dizem o que contam
Vários indicadores passam a explicar a regra ao lado do número: Parados nos projetos, a taxa de adjudicação, a venda por projeto e o custo/hora médio. O Financeiro assinala projetos com custos incompletos, e os orçamentos sem título recebem o nome do projeto e do mês.

Margens que avisam quando faltam custos
Uma margem de 100% numa obra sem custos registados não é um resultado, é um registo por completar. No Financeiro, um projeto passa a mostrar Custos incompletos por baixo do nome quando falta alguma coisa ao custo: o caderno tem linhas sem custo unitário (que entram como 0 €), a venda ainda não tem nenhum custo registado, ou o projeto foi vendido num orçamento simples e tem horas de trabalho registadas que não entram no custo. Um projeto vendido num orçamento simples e ainda por concluir mostra Margem provisória: não falta nada, mas o custo é só o que foi registado até agora. Passe o cursor para ver o motivo. O cartão Margem indica quantos projetos estão em cada situação. O aviso depende do que falta e não do tamanho da margem, por isso um serviço concluído que custou mesmo pouco não é assinalado. A margem continua a ser calculada da mesma forma.
No cartão Venda, a contagem passa a dizer projetos com venda em vez de contratos: um projeto com vários orçamentos ou aditivos aprovados conta uma vez. É por isso que este número pode ser menor do que os adjudicados em Orçamentos, que conta cada orçamento.
Taxa de adjudicação com a conta à vista
A taxa de adjudicação divide os adjudicados pelos orçamentos já decididos, adjudicados mais recusados. Com orçamentos ainda em aberto, a percentagem sozinha podia parecer melhor do que a realidade. Ao lado dela aparece agora a conta completa, por exemplo 3 de 4 decididos · 1 recusado · 2 em aberto. Uma versão aprovada que foi substituída por outra mais recente deixa de contar como adjudicada: o mesmo contrato conta uma vez, tanto no cartão Adjudicados como na taxa.
Um orçamento criado sem título passa a receber um nome com o projeto e o mês, como Orçamento — Remodelação de cozinha — 10/2026, em vez de ficar sem título. Pode alterá-lo quando quiser. Os orçamentos antigos sem título aparecem como Orçamento.

Parados, com critério
Em Projetos, o cartão Parados não é um estado e por isso não soma com Pendentes, Em Curso e Concluídos. Cada cartão passa a ter uma linha a dizer o que conta: Total é a soma dos três estados, e Parados são os projetos por concluir sem alterações nem registos na cronologia há mais de 7 dias. O critério passa a ser o mesmo em todo o lado: o aviso no cabeçalho do projeto e a lista Precisa de atenção do Painel, que só avisava ao fim de 14 dias e só em projetos em curso, usam agora esta mesma regra.

Por preencher não é o mesmo que zero
Quem entra na empresa passava a constar em Trabalhadores com 0,00 €/h até alguém preencher o custo, e esses zeros entravam na média e puxavam-na para baixo. O custo/hora passa a ter dois estados distintos: por preencher, quando ainda ninguém indicou o valor, e 0,00 €/h, quando o custo é mesmo zero. O custo/hora médio considera os trabalhadores ativos com custo indicado, incluindo os que estão a zero, e o cartão diz quantos ficam por preencher. Ao criar um trabalhador, o campo pode ficar vazio. Os trabalhadores criados automaticamente a partir da equipa que estavam a 0,00 €/h passam a Por preencher.

Por receber, sem IVA que não existe
Num orçamento simples, o valor é o que foi registado, sem separação de IVA. No resumo financeiro do projeto e nos Recebimentos, o valor por receber deixa de aparecer como c/IVA nesses casos, e a explicação do cálculo passa a dizer Contratado − Recebido. Com um caderno de encargos, que separa o IVA, mantém-se Por receber (c/IVA).
No Preçário, o filtro passa a chamar-se sem preço de venda definido. Quando está ativo, uma nota explica que o valor em itálico é o preço sugerido a partir do custo, e não um preço gravado.
